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GlassecViracon Outubro 2019 - EDIÇÃO Nº 74  
Boletim do Vidro
 
 
DESTAQUE DO MÊS
 
Diversidade de usos e sustentabilidade
 
 
Concebido em 2010 com a proposta de conjugar ocupação urbana e desenvolvimento sustentável, o Parque da Cidade está na fase de envelopamento das fachadas de suas três últimas torres corporativas – Aroeira, Paineira e Jatobá.

Esse arrojado complexo de uso misto está sendo construído em um terreno de 80 mil metros quadrados na zona sul de São Paulo – um dos últimos dessas proporções disponíveis na cidade – mantendo cerca de 30% de área verde, sem muros e aberto ao público.
      Felipe Aflalo
 
 
Assinado pelo escritório aflalo/gasperini arquitetos, o projeto prevê a construção de cinco torres corporativas, uma torre de salas comerciais, um shopping center, um hotel e dois edifícios residenciais, tudo girando em torno de um parque linear – estando cinco edificações já concluídas e três em execução.

VIDROS E IDENTIDADE VISUAL
O projeto original prevê também a utilização de vidros de alto desempenho nas fachadas das edificações, contribuindo para a manutenção das características de identidade visual do complexo. Com exceção do hotel, a GlassecViracon forneceu os vidros laminados de controle solar para as torres e o shopping, já concluídos, e está em fornecimento do mesmo tipo de vidro para as outras três torres corporativas, cuja entrega está prevista para o primeiro semestre de 2020.

No final desse processo, a GlassecViracon terá fornecido quase 96 mil metros quadrados de vidros para sete torres do Parque da Cidade, que possivelmente constará entre os cinco maiores projetos sustentáveis do Brasil.
 
 
Vista a partir da marginal Pinheiros
 
UM ÚNICO EDIFÍCIO
Para o arquiteto Felipe Aflalo, sócio-diretor do escritório e responsável pelo projeto, “apesar do tempo diferenciado de implantação e diversidade de tamanhos de cada edifício, o projeto só estará completo ao término dessas últimas três torres”.

“Isso porque a volumetria dos conjuntos se define como um grande edifício deitado. Todas as torres se integram visualmente através de uma linha inclinada que corta e define a parte superior do conjunto, definindo um novo skyline na marginal Pinheiros. Dessa forma, podemos dizer que nós ainda estamos construindo um único edifício”, avalia.
 
 
 
QUALIDADE DOS MATERIAIS

Ainda sobre a integração visual do conjunto, o arquiteto destaca a importância da aparência idêntica dos materiais usados ao longo do período de implantação dos edifícios. “O vidro e as placas pré-moldadas têm que ser idênticos àqueles utilizados no início e não apresentar sinal de envelhecimento, ressaltando aqui a qualidade do material aplicado”, explica.

“Cada edifício, apesar de estar implantado sobre um mesmo eixo leste/oeste, tem uma variação angular em planta com relação à marginal Pinheiros. Isto proporcionará uma variação cromática em degradé, proveniente da reflexão da luz pelo vidro, que só será observada quando todos os edifícios estiverem prontos.”

Especificamente sobre a contribuição dos vidros, Aflalo avalia que responderam “às expectativas quanto à eficiência na transparência luminosa e no isolamento térmico e acústico, atendendo às necessidades do balanceamento energético entre iluminação artificial, ar-condicionado e conforto”, uma vez que o projeto “buscou certificação Leed Gold”.
 
Perspectiva do parque linear       Em relação aos requisitos de sustentabilidade, o Parque da Cidade foi o primeiro da América do Sul a receber, em 2015, a certificação Leed Silver ND (Neighborhood Development), atribuída a empreendimentos que geram impactos positivos no entorno. Questionado se tais impactos na vizinhança do complexo já podem ser sentidos, o arquiteto diz que “é necessário o término do projeto”. “O parque é fundamental neste processo, pois é ele quem une todos os usos e espaços onde acontece a vitalidade, e ele será entregue no segundo semestre de 2020.”
 
 
 
ÁREAS SEMIPÚBLICAS E INTEGRAÇÃO
Segundo Aflalo, os desafios de execução foram muitos, mas ele ressalta “a escala ≅600.000,00 metros quadrados, a diversidade de uso, a aprovação de um projeto único de prefeitura, em vista do tempo de implantação total, em um país que passou por grande diversidade de expectativas e crises”. E este arquiteto teria um carinho especial por alguma parte do empreendimento? “Sim, além da diversidade de usos, o parque e como ele se integra ao bairro”, diz o profissional sintonizado com o seu tempo. “Este é um tema que nos interessa muito e do qual falamos bastante”, reitera.

“Temos nos questionado e sempre que possível desenvolvemos projetos sem muros, quando há possibilidade de ativação de áreas semipúblicas através do comércio de rua e do uso 24 horas, residência e escritório, ou mesmo áreas de lazer, como o parque com atividades para todas as idades, de forma a criar e gerar vitalidade, que é essencial para que tenhamos uma segurança efetiva e uma cidade melhor”, conclui Felipe Aflalo.

A construção da primeira fase do projeto esteve a cargo da Odebrecht; a segunda etapa, que contempla as três últimas torres corporativas, está sob a responsabilidade da Matec Engenharia. As duas torres residenciais foram adquiridas recentemente pela incorporadora e construtora EZTec, passando a chamar-se EZ Parque da Cidade.
 
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PUBLICADO POR GLASSECVIRACON • DIRETORIA DE MARKETING: Claudia Mitne • APOIO: Filomena Florêncio Sousa
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